13 imagens chocantes mostrando a vida de prostitutas em um bordel em Bangladesh

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Em Bangladesh, na Ásia, no distrito de Tangail, existe um conhecido bordel chamado Kandapara. Ela está em funcionamento há aproximadamente 200 anos e milhares de homens já passaram por suas instalações. Lá a prostituição é realizada na maior naturalidade possível. As trabalhadoras do sexo, apesar de tudo, continuam exercendo sua profissão dia após dia.

O estabelecimento de Kandapara foi demolido há alguns anos, no entanto, o negócio reapareceu depois que as trabalhadoras perderam seus empregos.

Confira as imagens chocantes a seguir:

Sandra Hoyn 

Muitas das prostitutas nasceram e cresceram no bordel, por isso não souberam o que fazer quando ele fechou.

Sandra Hoyn

O Kandapara é o bordel mais antiga e o segunda maior do país.

Sandra Hoyn

Há muitos que se opõem à existência do bordel. Mas os defensores afirmam que a prostituição é um trabalho e que essas mulheres estão determinadas a permanecer na indústria.

Sandra Hoyn

Existem até mesmo grupos organizados que defendem esse trabalho. Em 2014, uma associação de advogados de Bangladesh convenceu um tribunal que o despejo das mulheres era ilegal, para que elas pudessem continuar a trabalhar normalmente.

Sandra Hoyn

O bordel é cercado por uma parede. Nas proximidades existem barracas de comida, lojas de chá e vendedores ambulantes.

Sandra Hoyn

A casa de Kandapara tem regras e uma hierarquia rígida.

Sandra Hoyn

Neste lugar se vive totalmente separado do resto, e as mulheres sentem como se fosse o seu próprio mundo.

Sandra Hoyn

E só as mulheres podem viver dentro.

Sandra Hoyn

As mulheres geralmente são jovens, sendo a faixa etária predominante dos 12 aos 16 anos, pertencentes a famílias pobres e muitas foram abusadas. Elas não estão autorizados a recusar nenhum cliente.

    

Sandra Hoyn

Meninas que têm dívidas não podem ter dinheiro ou deixar o bordel.

Sandra Hoyn

Uma vez que elas pagam suas dívidas, o que leva entre 1 e 5 anos, as meninas podem se tornar prostitutas independentes. Então elas podem rejeitar clientes e economizar seu próprio dinheiro. Elas também têm a opção de deixar o bordel, mas a maioria prefere ficar porque elas são socialmente estigmatizadas.

Sandra Hoyn
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